26/08/2008
Vencedores do Prêmio IGK
JORNALISMO
Telejornalismo: Zé Brites, com a reportagem Mundo das libras
Numa reportagem veiculada no programa Patrola da RBS TV Florianópolis no dia sete de junho deste ano, Zé Brites apresentou de forma descontraída uma aula de libras, a linguagem dos sinais, como ferramenta para garantir a socialização dos surdos a partir da interação do repórter.
Internet: Sarah Espíndola de Castro, com a reportagem Norma Moura é exemplo de superação para Santa Catarina
Na Revista on-line Caras Sul, postada no dia Vinte e Seis de junho desse ano Sarah apresenta o exemplo de uma remadora que se classificou para as Paraolimpíadas de Pequim. Vítima da polineuropatia hipertrófica, Norma não tem sensibilidade nas mãos e nos pés. Depois de ficar um ano e meio sem andar ela resolveu reagir e encontrou no remo a chance de recuperar a auto-estima.
Fotojornalismo - Diego Redel, com a foto Inclusão e Amizade
A foto vencedora foi publicada no Jornal Diário Catarinense , no dia seis de dezembro de dois mil e sete, na matéria intitulada “Efeitos da Inclusão” .É comum encontrar reportagens que abordem a inclusão social. Mas, as amizades que surgem a partir de novas redes que se formam geralmente não são exploradas. Não há como descrever certos sentimentos, mas há profissionais que conseguem eternizá-los.
Mídia Impressa – Andréa Aparecida da Luz, com a reportagem Inclusão eficiente
Na reportagem publicada na edição número 41 da Revista do Varejo a jornalista aborda a questão da inclusão da pessoa com deficiência no mercado de trabalho. O diferencial da matéria é o fato de varejistas descobrirem que com investimentos em capacitação, a contratação de deficientes deixa de ser mera obrigação legal. Ou seja, procura-se competência no setor de prestação de serviço de pessoas com deficiência. A matéria mostra ainda que o investimento na contratação dessas pessoas cria um novo nicho de consumidores.
Mídia Impressa (veículos de pequena circulação) - Sybila Loureiro e Cláudio Silva, com a reportagem Dança da Solidariedade
A reportagem assinada a quatro mãos apresenta os resultados alcançados através da terapia pelo movimento. É dessa forma que muitas crianças com deficiência mental e física são atendidas na Estação Dançar, espaço criado pela professora Ana Luiza Ciscato que trabalha com a técnica do psicoballet. A reportagem desvenda o diferencial da escola que pela primeira vez foi convidada para participar, com os alunos especiais, do Festival de Dança de Joinville. A matéria Dança da Solidariedade foi publicada na edição de junho desse ano no jornal Folha de Coqueiros.
PROJETOS SOCIAIS: Fundação Hassis, com o Projeto Educação a Deficientes Visuais
A Fundação Hassis é um espaço que abriga a obra do artista plástico Hassis em um museu permanente e também possui locais para mostras de outros artistas, sendo uma alternativa cultural para Florianópolis. Cumprindo com seu papel na sociedade, agregou um diferencial no seu atendimento, adaptando suas instalações e, principalmente, suas exposições de arte a fim de torná-las acessíveis às pessoas com deficiências.
AÇÃO EDUCATIVA: Maria Ana Weiss, Marly Sedite Klug e Ivan Carlos Pereira, com a ação Matemática na Equoterapia
Esta ação foi desenvolvida para 29 alunos das turmas do SAEDE (Serviço de Atendimento Educacional Especializado) da Escola Especial Integrada – APAE de Timbó, com idade entre quatro e catorze anos, com deficiência intelectual. Teve como objetivo oportunizar aos alunos, o estudo da matemática, associando com a área de equoterapia. Foram enfatizados os conceitos relação/quantidade/ número, adição e subtração.
Com o trabalho da matemática na equoterapia de forma interdisciplinar, os educandos resgataram e compreenderam diversos aspectos, tanto sociais quanto educacionais, já que os alunos têm mais interesse pelas informações concretas que estão inseridas em seu cotidiano.
ESPECIAL: Wagner de Souza dos Santos, com a iniciativa da Biblioteca na Comunidade da Barra da Lagoa
Há três anos Wagner resolveu montar uma Biblioteca na Comunidade da Barra da Lagoa, em Florianópolis. Pediu para ocupar o espaço do bar do pai. Hoje ele conta com cerca de quatrocentas obras adquiridas por diversos meios: bingos, festas, doações. Além de disponibilizar os livros para leitura ele realiza festas para angariar fundos e comprar estantes apropriadas. Com a TV de seu quarto e o aparelho de DVD ele promove sessões de cinema no espaço da Biblioteca, com o apoio da locadora do bairro que empresta os filmes. Wagner tem 14 anos, ou seja, a iniciativa foi viabilizada por ele aos 11 anos.